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05/09/2014

The one

Aiming higher isn't always easy. You have to put a stop sign in your mind and remember that some things take time. I learned that today. Well, not only today, but I've been learning that since I moved to London. I want to achieve so many things, I want to see so much, I want to become a lot more than I am and most of all, I don't wanna fail. I don't wanna end up as a business woman/wife/mom who had the dream of seeing the world and didn't make it. I don't want to end up like those bitter old women that shout at children to get off their lawn. I want to be the cool auntie, the amazing daughter, the adventurous friend, the romantic and sensual partner. I want to be the one for someone. I'm not saying I want to be the President of the United States or something, I'm just saying that I wanna matter. To someone, anyone, it doesn't matter. I just wanna achieve something important, I want to achieve my dreams, I want to be the best "me" that I can. How am I going to do it? I thought I'd be happy to move to London and don't get me wrong, I am. But it's not enough. I want more, I always want more. Is it good? Bad? I don't know, but I'll always aim for more. Whatever that means.

20/08/2014

Brave


I feel like I need to say something, like I have something to say. But now I sit here and stare at the computer screen realizing that this feeling of emptiness, of sadness and irritation will not go away with a little writing session. I need to scream at someone, I need to break something. I'm pissed at everybody, I'm mad with the world...

You know when you meet someone and you are instantly amazed, thinking they're going to do amazing things and you're gonna like them and be friends with them...but then you realize you're wrong? You actually start hanging out with them and that feeling fades away because you start seeing them for who they are. They judge anything and everything, they mock and joke around with things you like and it stops being just a joke to be offensive...And the person you, at first, thought was amazing is now a little bastard you hate more every second.

And now here I am, with that asshole across the room, trying to send him away with my indirects that no one seems to understand, listening to "Brave" by Sara Bareilles whishing I was brave enough to say to his face that he needs to stop showing up at my house and always be here with my friend because I don't like him and he makes me mad. Fuck.

18/08/2014

Hopeless romantic


I want hopelessly romantic love. I want someone to think I'm perfect. I want to be someone's everything and anything. I want to wake up in the morning and smell an amazing breakfast being cooked just for me. I want to be told stupid jokes to make me smile. I want someone to love me like Noah loved Allie, eternally, until the end. I want to be stared at because they think I'm beautiful. I want someone to love my flaws above everything else. I want to be held in someone's arms with so much strength it'll be hard for me to move. I want someone to hold me when I have nightmares. I want someone to laugh when I get a cappuccino mustache. I want to have long walks on the beach, even if its cold. I want to be surprised with flowers on a bad day. I want someone to cheer me up with stupid faces. I want a best friend, above all things. I want to cook dinner for them after a long day. I want to wear their hoodies and sweaters. I want to share the good and the bad moments. I want someone who I can laugh and be weird with. I want love. But not this modern type of love... I want to be picked up for a first date, I want him to walk me home and kiss me in front of the house. I want him to apologize with flowers when we argue. I want to cook him breakfast. I want to be hugged from behind. I want to make love, not sex. I want romance, goofiness and most of all...I want love. But the true kind, the ones people write stories about. The kind of love everyone wants, but not everyone gets.

15/08/2014

London - week 1

Isto foi na viagem de finalistas em Abril, mas you get the point!

Não sei se ainda há alguém a ler o meu blog. Pelo menos como havia antes... Agora raramente cá venho e quando o faço é para desabafar, o que é o que vim fazer agora. Quando sinto falta de alguém com quem falar, recorro a ti meu querido blog...and thank you for that!

Há exatamente uma semana mudei-me para Londres. Após meses de antecipação, aconteceu mesmo. Se me seguem há muito tempo já sabem que um dos meus maiores sonhos era estudar em Londres e agora...estou a vivê-lo. Vim para estudar International Tourism Management na Middlesex University e as aulas começam daqui a cerca de um mês. Em três dias arranjei casa e agora procuro emprego para ajudar com as contas e as minhas coisinhas. Durante os meses todos em que me candidatei, fiz o exame de inglês e recebi as cartas de aceitação, nunca tive bem noção do quão real isto podia ser... mas agora que estou aqui... uau.
Sair de casa dos pais aos 17 anos não é nada fácil. Estar habituada a ter a minha mãe sempre por perto e a ajuda do meu pai quando preciso...até a chata da minha irmã! Mas agora, estou sozinha numa cidade enorme, sinto-me pequena e insignificante... Sabem aquele sentimento de não saber o propósito da nossa vida? Parece que aqui, por ser um sítio maior...esse sentimento cresce. Não sei, se calhar é de mim.

E muitas vezes, mesmo num sítio cheio de gente, sinto-me sozinha...ás vezes parece que volto ao passado, you know? Não tenho ninguém a quem pedir um abraço quando me sinto triste, não tenho um ombro para chorar...Sinto-me maioritariamente triste mas sometimes...just sometimes, sinto-me menos triste. Não feliz, mas menos triste.

Dizem que é dos primeiros dias e depois melhora, pois eu espero que sim, because it's hard being an adult at 17.

28/10/2013

Porque é que...

...eu faço perguntas às quais não quero ouvir a resposta?
...faço coisas cujas consequências sei que me vão magoar?

É que, parecendo que não, eu sou frágil e realmente ele tem razão... eu sou carente. Eu preciso de abraços, de carinho, de cenas à comédia romântica e, não sei, preciso disso. Sinto-me bem num minuto e no outro já não, sou demasiado instável para alguém me conseguir acompanhar mas... ugh, não sei, simplesmente quero viver dentro de um filme!

xoxo

I don't want to relapse

Há dias melhores e dias piores. Hoje não é um dia muito bom, não sei porquê.
Por vezes há momentos em que eu penso que vou mesmo voltar ao que era, ao meu terrível hábito. Ainda está tudo dentro de mim, sabem? Na minha cabeça, nada mudou. Sim, sorrio muito mais, choro muito menos, não me sinto tantas vezes tão sozinha. Mas sorrir não significa estar bem, não chorar não significa não sofrer e não me sentir tão sozinha, não quer dizer que não me sinta abandonada e perdida.
Sinceramente, esforcei-me imenso para chegar onde estou e acho que não estou preparada para largar tudo isso por uns momentos de alívio, mas eu preciso tanto desse alívio!
A minha cabeça não pára, há tanta pressão à minha volta e eu sinto-me a rebentar! Tudo bem que a pressão pode nem ser tanto dos outros e ser mais auto-infligida, mas ela existe e eu não sei nem nunca soube lidar com ela.
Não consigo controlar as coisas, não consigo parar os meus pensamentos, anda tudo uma confusão e eu fico completamente perdida no meio de tudo isto. Dà-me ansiedade não saber o que esperar, porque no passado eu sempre soube. Uma tristeza constante. Agora é impossível saber. Num minuto sinto-me razoavelmente bem, no outro estou a querer matar toda a gente ou desabar em lágrimas.
Que raio se passa comigo?!

Feeling: weird
xoxo

12/10/2013

11 de outubro


Todos os anos acontece alguma coisa nos meus anos. As pessoas mais importantes para mim não estão comigo, não posso fazer o que quero, não tenho hipótese de escolha... Well, mais um ano que passou e o mesmo acontece.

Parabéns para mim! 

15/09/2013

Meu querido blog...

O que disse no último post que fiz há uns tempos é verdade, eu escrevo quando me sinto triste. E é por essa mesma razão, meu querido blog, que aqui estou outra vez.
Durante anos ouviste-me falar sobre estar triste, sozinha, tudo e nada. E eu não te dei o devido valor, mas hoje dou. Juro que dou.
Mesmo sabendo que não me vais responder, aliás, nem tu nem ninguém, eu escrevo para ti. Desabafo contigo. Pior do que falar e ninguém responder, é falar e ninguém ouvir. Por isso é que falo contigo, porque és o único que ainda está disposto a ouvir-me. Parece que não tens grande opção de escolha, não é?
Preciso de dizer algo, tirar este peso enorme dos meus ombros e eliminar o aperto que tenho no peito, mas não sei o que é. Só sei que a cada dia que passa a minha solidão aumenta e a minha mente começa a escorregar de novo e pela primeira vez em muito tempo, eu tenho medo de cair na minha antiga rotina.
Não digo que sinto falta disso e que me fazia bem, eu sei que era exactamente o contrário! Mas, agora, é a única garantia que tenho, é a única coisa que me é familiar o suficiente para voltar para ela.
Estou sozinha e, francamente, assustada. Não sei se queria que o tempo voltasse atrás ou que avançasse já alguns anos. Só sei que se continuar assim, não vou ter forças todos os dias para continuar e eventualmente, vou acabar por cair. Pareço dramática, não é meu querido blog?
Se eu fosse a ti não pensava assim, porque era o que todos pensavam até ser tarde demais.

29/08/2013

HONEST HOUR

Tenho de ser honesta.
Já não me importo tanto com o blog como dantes. É verdade que escrevia mais regularmente, as pessoas falavam comigo nos comentários, lia textos de outros bloggers e comentava... Bem, era tudo muito lindo e etc.
Mas, não sei como nem porquê, isso mudou. Eu escrevo quando me sinto triste. E deixei de estar assim tão triste (ou eu pensava que sim) e deixei de escrever, simplesmente. A verdade é que limitei-me a criar uma ilusão de felicidade. Afastei-me de tudo e de todos para alimentar essa ilusão e agora estou exactamente no mesmo sítio de há mais ou menos 2 anos atrás, ou quase.
Eu sentia-me sozinha quando estava rodeada de pessoas, sabem? Aquele sentimento tão cliché de que toda a gente fala. Mas, na verdade, eu não sabia o que isso era. Porque agora... agora que eu realmente estou sozinha. E agora eu realmente sei o que isso significa. E dói.

"I'll say I'm fine"
xoxo, 
- K

19/12/2012

5 ♥

Ela ama-o por tudo. Ela ama-o por ele a tratar bem. Ela ama-o porque ele a faz rir. Ela ama-o por ele cuidar bem do seu coração. Ela ama-o por, aos olhos dela, ser perfeito. Ela ama-o porque sente que com ele é para sempre. Ela ama-o pelo que ele é. Ela ama-o porque ele tem uns olhos lindos. Ela ama-o porque o sorriso dele a faz sorrir também. Ela ama-o pelos beijinhos. Ela ama-o porque quando ouve a voz dele o coração dela aquece. Ela ama quando ele estraga as músicas preferidas dela. Ela ama-o porque ele a faz sentir as borboletas na barriga que toda a gente fala. Ela ama-o porque ele não tem medo de ser fofo ao pé dos amigos. Ela ama-o pela sua generosidade. Ela ama-o pelas pequenas coisas. Ela ama-o pelos grandes gestos. Ela ama quando ele lhe diz que é linda. Ela ama-o porque ele é engraçado. Ela ama-o por ele ser atleta. Ela ama-o por a ter feito mudar, para muito melhor. Ela ama-o por serem tão diferentes. Ela ama-o por ele a amar. Ela ama-o por ser mais alto que ela. Ela ama-o porque ele dá os melhores abraços. Ela ama-o por se preocupar com ela. Ela ama-o por ter mudado. Ela ama quando ele sussurra ao ouvido que a ama. Ela ama-o porque ele não sai do seu pensamento. Ela ama-o por ser tão honesto. Ela ama-o pelos planos feitos. Ela ama que ele seja ciumento. Ela ama-o pelos seus defeitos, mais do que pelas qualidades. Ela ama quando ele a pega ao colo. Ela ama-o por todas as razões. Ela ama-o por ser ele. Ela ama-o por a tratar como uma princesa. Ela ama-o porque sim. Ela ama-o porque não. E mesmo que por vezes se sinta sozinha e que ele não quer saber, ela no fundo sabe que ele faz o melhor que pode e fica bastante contente por isso. Ela é feliz com ele, acima de tudo, e nunca faria nada que pusesse em risco essa felicidade e o amor que a causa.
Prazer, ela sou eu e ele.. ele és tu.

01/12/2012

 « Lágrimas indomadas e indesejadas acumulavam-se nos meus olhos. Porque chorava eu? Deixei-me cair no chão, zangada comigo própria por aquela reação disparatada. Puxei os joelhos e dobrei-me por cima deles. Queria tornar-me o mais pequena possível. Talvez aquela dor despropositada fosse menor se eu fosse mais pequena também. Pousei a cabeça nos joelhos e deixei as lágrimas correrem sem censura. Chorava pela perda de algo que não chegara a ter. Que ridículo. Chorar por algo que nunca existira -  as minhas esperanças defraudadas, os meus sonhos despedaçados, as minhas expectativas frustradas. »
- As 50 Sombras de Grey , E L James 

sei que devia publicar a história mas não tenho tido muito tempo, desculpem!

21/11/2012

Revolution!

Não, não estou aqui para revolucionar nada nem para falar da mais recente "revolução" à porta da Assembleia da República. Estou aqui para vos falar das listas, aquelas coisas que não servem para mais nada a não ser organizar festas.
Na sexta-feira foi a apresentação da minha suposta lista (na qual estou só para "ver passar os navios") e esta terça-feira foi a apresentação da lista concorrente. Devo dizer que a segunda esteve bastante bem e as cores eram muito mais classy do que vermelho e preto da "minha" lista. Não me interpretem mal, ambas se saíram muito bem, conseguiram animar a sala de convívio, fazer enormes festas e entreter todos os alunos. Apenas gostei mais de uma do que de outra. Ups!
Ora bem, hoje, dia de eleições, era só "vais votar na minha não vais?" e eu, como boa pessoa que sou, disse que sim a todos. Fossem de uma lista ou de outra, dizia que sim, para evitar que os meus amigos (de ambas as listas) se chateassem comigo! No entanto, acabou por ser a "minha" lista que ganhou, yay! ( * le eu a fingir que isso me interessa * ) Mas, estão todos de parabéns. Bom trabalho Revolution!

Btw, só domingo é que publico o segundo capítulo da história porque não escrevi nada de jeito para publicar hoje e amanhã assim que sair da escola, vou passar o fim-de-semana fora, só tenho internet domingo. 
xoxo

19/08/2012

1


Não sei por onde começar. Nem sei se este texto tem um começo, é apenas o meu coração a falar, os meus dedos a percorrerem as teclas à procura das letras certas para que não seja mal interpretada e para que percebam o que sinto. Não parece nada difícil, não é? Basta-me escrever. Mas na verdade, é bastante difícil. E custa imenso quando tentamos dizer algo e não percebem; custa imenso quando fingimos que estamos bem e ninguém vem ter connosco e diz "eu sei que não estás bem"; custa mentir ás pessoas que amamos e elas nem sequer se aperceberem que há algo de errado; custa fugir aos monstros na nossa cabeça; custa fugir de nós próprios;  custa não sabermos quem somos na verdade; custa imenso.. E por tudo isto, também custa transpôr os sentimentos para a escrita. Quando não se sabe bem o que se sente ou quando, na realidade, não se sente absolutamente nada. Só um vazio, um vazio enorme que nos atormenta dia e noite. Do qual tentamos fugir mas nunca nos conseguimos esconder e ele encontra-nos sempre. Isso custa. E é complicado também. Mas, digam-me, o que é que nesta vida não é complicado? Agora até amar é complicado! Parece piada, parece uma cena de uma daquelas comédias românticas em que rimos, choramos e no fim o casalinho principal fica junto.. merdas, é o que vos digo. Durante muito tempo eu acreditei que realmente poderia haver uma certa felicidade no amor mas depois tudo o que á minha volta representava, para mim, amor.. desapareceu. Tudo começou a ruir e eu no meio de tudo, não pude fazer mais nada sem ser assistir à auto-destrução de tudo o que conhecia como as coisas boas, como o amor. Agora, perguntam-se se eu acredito no amor.. Nem eu vos sei responder a isso. Acreditei, até à duas semanas a última coisa que me restava começar a destruir-se também. Eu tento sabem? Eu tento lutar pela única coisa que eu acho que ainda vale a pena, mas lá está.. custa. É difícil. E eu, bem.. vocês sabem.. eu não sou tão forte como aparento, tenho muita coisa dentro de mim que só apenas eu sei e que se deixasse sair, muita coisa ia mudar. Não preciso de mais pesos nos meus ombros. Precisava sim do que falei antes. Que percebam. Que percebam que quando começo a falar com frases curtas, não estou bem. Que percebam que quando digo que está tudo bem (porque sempre que essas palavras, "está bem", saem da minha boca) é porque está tudo total e completamente mal. E custa que nunca ninguém perceba. Custa que eu tenha de crescer demasiado depressa e tenha de aprender a safar-me sozinha. Custa que quando eu encontro um apoio, mais tarde ou mais cedo ele acabe, ele vá embora. Ao menos sei de quem é a culpa. Se tudo acaba, não é culpa de mais ninguém nem de mais nada sem ser minha. E eu já me habituei, o pior não é isso. O pior é, de cada vez que fico melhor é por causa de alguém que, depois limita-se a partir, ou porque quer ou.. por minha causa. E agora, a culpa é minha, como sempre. Eu sei que isto do amor tem momentos bons e maus. Como aquilo dos filmes que falei. O Casal conhece-se, apaixona-se, acontece algo muito mau e ficam afastados e no fim, acontece uma coisa qualquer que os faz ficarem juntos. O tão esperado "e viveram felizes para sempre". Mais merda, digo eu. Talvez exagere um pouco mas.. sei lá. Eu estou cheia de falhas, sou feita de defeitos, deixei muitos destes maus momentos arruinar tudo e peço desculpa, mas a verdade é que somos feitos de mais de momentos bons do que maus. Nós. Não eu, nem tu. Nós. Mas nos últimos dias estas coisas do "nós" fugiram um bocado do controle não foi? Eu tentei não ligar a isto porque por ti.. por ti eu estava disposta a tudo. Ainda estou. Apesar de não perceberes que estou magoada, principalmente hoje. Principalmente por hoje ser hoje. Por ser o dia que é e não teres prestado atenção a isso. Mas não, não posso censurar-te. Não posso dizer nada. Não posso nunca mais dizer nada. Não quero perder-te como estou a perder agora. Porque só eu sei o que é olhar bem para mim e ver o vazio a aumentar cada vez mais. Só eu sei o que é perder alguém que nos faz tão bem como tu me fazes a mim. Nós somos os opostos, mas encaixamos um no outro na perfeição, eu sei e acredito que sim! Tu és o certo e eu o errado. Tu és quem eu até gostava de conseguir ser, de bem com a vida. E eu sou quem nunca pensei ser. Sou toda errada e há muito que virei as costas à vida. Mas é por isso mesmo que me fazes tão bem, o pouco de bom e de feliz que ainda há em mim, tu trazes ao de cima. O teu olhar complementa o meu, o teu sorriso é o motivo do meu existir, as nossas mãos foram feitas uma para a outra e encaixamos na perfeição apesar de sermos tão diferentes. Mas somos felizes mesmo assim. Então, porque não percebes? Porque é que não percebes que és a melhor coisa que aconteceu na minha vida, que és melhor coisa que podia ter aparecido na minha neste exacto momento? E que, de certeza és a outra parte do casalinho da minha comédia romântica. Eu tentei não me importar com a distância, tentei não me importar com toda aquela gente a ver-te todos os dias, tentei não me importar com o facto de eu estar miserável e sozinha, tentei fingir que estava tudo bem quando na verdade estava tudo mal. Mas também não percebeste e eu deixei as coisas correr. Até hoje. Até ao dia em que, aos meus olhos, ignoraste por completo o seu significado e que, por mais pequena seja a sua importância para ti, é bastante para mim. Eu não costumo alcançar grandes coisas, nunca sozinha e muito menos numa.. parceria. Acho que também não me podes censurar por isso! Mas não, voltemos á minha culpa, á culpa que sempre tive em tudo. E peço desculpa.
Já não sei bem o que raio escrevi, a mim parece-me tudo um grande borrão preto no ecrã do computador. As lágrimas estão seguras, não choro. Há muito que não o faço e não é por ti, o amor da minha vida, que o vou fazer. Mas, prometemos não ter segredos um para o outro e eu vou cumprir. E não vou esperar pelo dia de amanhã para contar tudo. Por isso aqui está. Toda a minha mágoa, tudo o que sinto está aqui. Todo o meu amor também. Porque isso.. isso é algo que nunca podes duvidar. Porque eu não ignorei. Eu esperei pelo dia de hoje e como que o festejei. Sozinha, mas.. Não importa agora. Já disse tudo. Falta apenas algo bastante simples. Amo-te.

10/08/2012

Passei as últimas horas num canto, a torturar-me com memórias. A chorar ao lembrar o passado. A tentar sentir algo mais para além da desilusão e principalmente da solidão. É difícil quando quem amamos está longe, mesmo que não seja por muito tempo, mas para mim parece uma eternidade sabem? Sempre me senti sozinha, mesmo estando ao pé de alguém. E agora, ao saber que eu estou desesperada para o ver e ele está a.. divertir-se sem mim, sinto-me trocada. Talvez esteja a ser injusta mas.. fazem ideia do que é sentirem-se sempre como a última opção? Isso é o que sinto. Sempre. Em todas as circunstâncias. Com toda a gente. E agora é isto.. talvez seja a minha maneira de, indirectamente, estragar esta felicidade que tínhamos construído juntos porque na verdade é só isso que sei fazer. Estragar as coisas. Sinceramente, nem sei que diga. Dói-me a cabeça, tenho o nariz inchado e estou a chorar compulsivamente à 1 hora agarrada à minha Minnie de peluche. Mais real que isto? Só atirar-me da varanda abaixo.

Aqueles momentos..

Aqueles momentos em que te sentes trocada pelas pessoas que amas. Em que és sempre a última opção e és sempre quem tem de abdicar de tudo em prol dos outros. Esses momentos não prestam. Fazem-te sentir uma merda e que sinceramente não vales nada. E são nesses momentos, em que tu te sentas num canto qualquer, e choras.. Mas choras em silêncio, porque podias estar a incomodar os outros ao fazer barulho.

29/07/2012

Just Sayin'

Gostava de te ter conhecido antes, sabes? Há mais tempo. Para que nenhum de nós tivesse receios ou preocupações. Gostava de ter estado contigo antes de me ter tornado nesta pessoa toda errada que hoje conheces. Gostava de te ter descoberto quando o teu coração te mostrou o que era o amor. Gostava de te ter conhecido quando os teus sonhos ainda eram pequenos e estar do teu lado à medida que eles cresciam. Pensando bem, é pena só nos termos encontrado agora, já com o coração marcado por outros amores, com uma ideia um bocado falsa do que é felicidade, com uma noção esquisita do que é amar. Preferia ter-te encontrado numa circunstância diferente, numa outra altura, em que não precisássemos de nos preocupar com o nosso passado ou ter de decidir o nosso futuro. Porque em toda a minha vida, quando alguém tinha de tomar uma decisão, eu já conseguia prever o que ia acontecer porque de todas as vezes em que era necessário escolher um caminho, as pessoas simplesmente deixavam-me, sem pensar duas vezes.. Contigo é diferente de tantas maneiras que ás vezes não sei como lidar com isto. É verdade que algumas vezes eu questiono o nosso amor, mas depois, em pequenos momentos, como ouvir a tua respiração num momento calmo, olhar-te nos olhos, ouvir o teu coração bater quando te dou um abraço ou ouvir-te cantar músicas que eu gosto, todas as perguntas desaparecem e sem saberes fazes-me acreditar no amor da sua maneira mais pura. É por isso que apesar dos teus ciúmes parvos, apesar de ás vezes falares de futebol durante séculos, de assassinares músicas que eu adoro, de seres parvo e de gozares comigo por ser um bocadinho mais pequena que tu, eu aturo-te todos os dias e sem perder a paciência. Já me habituei aos teus beijinhos todos os dias, a rires-te das minhas figuras, a ter de me pôr em biquinhos dos pés, à tua cara de bicho zangado, ao facto de me apertares com força quando me abraças, a não querer deixar-te ir embora ao fim do dia.. habituei-me a ti, à tua presença, a gostar assim muito de ti. Porque, sabes? Apesar de eu mudar de humor facilmente, o meu coração não vai mudar de caminho. És tu, no meio de tantas nuvens e coisas escuras, que me fazes sorrir e que me fazes feliz. E eu amo-te! *beijinho no nariz*

21/06/2012

Então.. what's up? Como têm sido os vossos primeiros dias de férias? :) Posso dizer que até agora sinto que, comigo, as férias têm tido um comportamento bipolar. Posso estar bem num momento e no outro estar tão em baixo que nem consigo pensar direito. Posso estar na rua a querer vir para casa e quando chego a casa quero sair outra vez. Estou com amigos a rir-me e quando volto para casa parece que chego ao inferno. E depois há sempre aquela coisa engraçada em que daqui a dois dias vou de férias com os meus pais e a minha irmã e não vou ver os meus amigos durante.. muito tempo. Nos outros anos, passei isto na boa, não me fazia assim tanta diferença, mas este ano.. há pessoas com quem tenho passado muito tempo, que são elas que me seguram na realidade, que não me deixam cair, que ainda não me deixaram desistir. Que vou fazer sem eles? Sinceramente, não sei. Preciso daqueles abraços, daquelas palavras, os beijinhos, os sorrisos, os olhares.. preciso mesmo. Porque até agora, foram a minha única razão para não desistir. Sem eles, fico sem razão.

17/06/2012

Dizem que o passado não devia afectar o presente e muito menos o futuro, mas a verdade é que afecta e não é pouco. Como querem que confie nas pessoas, depois de me mentirem, magoarem e atirarem ao chão tanta vez? Eu já bati bem lá no fundo e com uma força sobrenatural, reergui-me e continuei a minha vida. Disfarcei a tristeza com um sorriso, escondi as lágrimas através de piadas sem sentido e despejei em a raiva em todas as situações possíveis. Mas hoje.. hoje já não sou a mesma pessoa. Sou muito mais cuidadosa. Deixei de ser tão impulsiva e espontânea, para pensar bem nas coisas antes de elas acontecerem. E por, no meu passado, existir tanta mentira e desilusão, agora só consigo pensar que toda a gente me mente, que ninguém gosta de mim e que são apenas um bando de curiosos. Mais ainda quando alguém tenta chegar perto do meu coração. Durante algum tempo, consegui afastar as pessoas dele, criava uma barreira fria, para ninguém se aproximar demasiado.. até aparecer ele. Quebrou a barreira e sem saber derreteu o gelo. Chegou mais perto do que eu queria e agora, por qualquer coisa, sinto-me como merda. Não é exagero, mas se calhar sou só eu que espero demais das pessoas, se calhar sou eu que vejo coisas onde não existem, se calhar sou eu e só eu que sinto isto. Se calhar tudo isto é verdade, ou se calhar sou só eu que sou toda errada.